quarta-feira, 30 de julho de 2014

CROMOTERAPIA CIENTÍFICA - PARTE 04

O CORPO HUMANO


Como todos sabemos, o corpo humano é um complexo emaranhado de órgãos, ossos, tecidos etc., uns, comandados em sua maioria pelo cérebro, e outros com um funcionamento autômato.
Estes órgãos, agrupados em sistemas e aparelhos, desempenham funções que apenas começamos a compreender.
O estudo destes órgãos, decompostos em tecidos, células, etc., nos tem levado a conhecer um pouco das funções que desempenham no nosso organismo.
Em todos os casos, evitando o aprofundamento demasiado no tema, estes órgãos sãos ligados ao sistema nervoso, que poderia ser dividido em duas correntes distintas, a saber:
O sistema nervoso segundo a sua localização e o sistema nervoso segundo o funcionamento.
O sistema nervoso, segundo a sua localização, pode ser dividido em:
  

O sistema nervoso, em termos de funcionamento, pode ser dividido em:  Sistema nervoso cérebro-espinhal ou da Vida de Relação e o Vago Simpático ou Autônomo.
O Sistema Nervoso da Vida de Relação é aquele que relaciona o organismo com o meio externo.
O Sistema Nervoso Autômato, tem por função ajustar certas atividades do organismo, a fim de manter o equilíbrio do meio interno. O termo autônomo pode dar a impressão de que esta parte do sistema nervoso funciona de maneira independente, o que não é verdade.
As funções do Sistema Nervoso Autônomo sofrem constantemente as ações do Sistema Nervoso da Vida de Relação.
O Sistema Nervoso da Vida de Relação abrange uma parte do Sistema
Nervoso Central e outra parte do Sistema Nervoso Periférico, enquanto o Sistema Nervoso Autônomo, tem expressão anatômica somente no Sistema Nervoso Periférico. 
Na caixa craniana está guardado o encéfalo, cuidadosamente resguardado pelo estojo ósseo do crânio. O que entendemos por cérebro está dividido em duas partes; os hemisférios direito e esquerdo que estão ligados entre si por feixes de fibras nervosas. Entre os dois hemisférios cerebrais, quase escondido por eles, situa-se o diencéfalo. Uma de suas grandes tarefas é estabelecer a ligação entre o sistema nervoso e as glândulas de secreção interna. Todas as partes do encéfalo são unidas à medula espinhal, o que chamamos tronco encefálico.
Encéfalo mais medula espinhal formam uma unidade, o Sistema Nervoso Central (SNC), que constitui o eixo nervoso e a partir dele, o sistema nervoso coordena todo o corpo humano dando-lhe capacidade para falar, manipular objetos, controlar e dirigir movimentos, aprendizagem, emprego da lógica, do raciocínio e capacidade de abstração.
Ele orienta a função das vísceras, regula o funcionamento das glândulas, capta sensações do mundo exterior e do próprio organismo.
As células que realizam as funções do SNC são os neurônios que se distribuem por toda sua extensão. Os neurônios do SNC se interligam através de várias sinapses, tanto nas áreas específicas como entre eles.


O impulso nervoso é uma onda elétrica de despolarização da membrana do neurônio que caminha dos dendritos para o axônio e passa de um neurônio para outro através das sinapses.
A medula espinhal, contida no interior de um canal ósseo, o canal raquiano, formado pela superposição das vértebras, não é perfeitamente cilíndrico porque apresenta, ao nível das regiões cervical e dorso-lombar, dilatações que correspondem aos nervos destinados respectivamente aos membros superiores e inferiores.
As fibras nervosas transmitem à medula as impressões colhidas na periferia do corpo. A medula conduz este influxo nervoso para o cérebro. As ordens motoras emanadas do cérebro, e que constituem o influxo nervoso motor, chegam à periferia do corpo, atravessando a medula. Ou seja: a medula conduz o influxo nervoso sensitivo para o cérebro e o influxo motor para a periferia do corpo.
Ocorre que a medula não só conduz os influxos nervosos, mas ainda produz, como se fosse o córtex cerebral, ordens motoras destinadas aos músculos periféricos.
Este trabalho elaborador da medula depende, entretanto, de excitações originárias da periferia, formando-se deste modo os arcos reflexos. O sistema Nervoso Periférico ( SNP ) é composto por nervos cranianos, nervos raquianos e sistema autônomo ou vegetativo. Através do sistema nervoso periférico é possível a comunicação dentro do corpo humano. Funciona como cabos de transmissão entre a periferia e o sistema nervoso central. Esses nervos são originados no encéfalo e na medula espinhal.


A consulta a um compêndio de anatomia humana, poderá elucidar melhor o leitor sobre a quantidade e ligações mantidas por todos estes nervos, que saem do SNC e formam o Sistema Nervoso Periférico, evitando-se assim alongarmo-nos neste estudo, que embora importante, não compromete o objetivo deste livro.

O Sistema Nervoso Autônomo ( SNA ) é constituído de células nervosas do encéfalo e medula, ligadas a gânglios motores. Sua atuação influi sobre a circulação, frequência cardíaca, respiração, secreções endócrinas e exócrinas, termo-regulação, digestão e controle sobre a ingestão e eliminação de água. Todas estas funções contribuem para a manutenção do ambiente químico interno do organismo.
O SNA subdivide-se em parte simpática e parassimpática.

A parte simpática prepara o corpo para o impacto e reação a algum perigo ou tensão. Sua atuação eleva a frequência cardíaca e dilata a luz brônquica, aumenta a adrenalina e neoradreanalina. A parte simpática enerva a musculatura lisa e glândulas do seu território, inclusive miocárdio e musculatura brônquica.

A parte parassimpática relaciona-se com as funções das vísceras tais como digestão, secreções exócrinas. Também controlam através de fibras sacrais o esvaziamento dos órgãos pélvicos e vaso dilatação nos órgãos genitais. Alguns órgãos recebem inervação da parte simpática e da parte parassimpática. 

Ambas podem ter efeitos opostos num mesmo órgão: a simpática dilata a pupila e a parassimpática tem a função de contraí-la, por exemplo.
Como já dissemos anteriormente, a cromoterapia consiste basicamente na aplicação de ondas eletromagnéticas sobre o corpo bioplasmático, objetivando promover o equilíbrio do organismo.
Com base na explanação sobre o sistema nervoso,entendemos que o local apropriado para a aplicação destas ondas, seria o mais próximo possível da medula espinhal, acelerando ainda mais o processo de assimilação.





No entanto, dada a quantidade de nervos e ligações existentes na medula espinhal, a aplicação localizada destas ondas, objetivando estimular somente alguns órgãos do organismo, aliada à dificuldade de localizar o ponto correto na medula e da pequena área ocupada por estas ligações, torna muito difícil o tratamento por este método.
A solução encontrada para isto foi a aplicação das ondas em pontos distintos do corpo, cuja ligação com a medula criaria o caminho desejado. Como pudemos demonstrar anteriormente, no exercício de medir a temperatura da aura, existem zonas no corpo bioplasmático onde esta aplicação seria mais eficiente, que são chamados chákras.


 CHÁKRAS

Os chákras são essencialmente centros de potência do corpo bioplasmático, funcionando como reguladores energéticos, em forma de pequenas rodas ou vórtices, que no ser humano normalmente tem um diâmetro de 5 a 6 centímetros.
Poderíamos ainda mostrá-los como discos giratórios, em constante movimento no sentido contrário ao dos ponteiros do relógio. 
A literatura oriental é muito rica no estudo dos chákras, não sendo, portanto, necessário nos aprofundarmos demasiadamente no tema. O importante é sabermos que podem ser divididos em dois grandes grupos, que chamaremos principais e secundários.
A diferença entre principal e secundário é dada pela capacidade de assimilar as ondas eletromagnéticas dirigidas e a velocidade com que esta assimilação se processa no organismo.
No grupo principal, podemos identificar 11 pontos, cujo conhecimento é vital para a cromoterapia, a saber:



CHÁKRA CORONÁRIO - Situado no alto da cabeça, é muito importante porque, captando as ondas eletromagnéticas as conduz diretamente ao córtex cerebral, mais especificamente para a glândula pituitária.

CHÁKRA FRONTAL - Situado na fronte, entre os olhos, atua diretamente sobre a hipófise e também na área do raciocínio e da visão.





CHÁKRA LARÍNGEO - Situado à altura da garganta, é o responsável pela saúde na área da fonação, vias respiratórias e certas glândulas endócrinas.

CHÁKRA CARDÍACO - Situa-se à altura do coração, à esquerda e acima. É o responsável pelo equilíbrio vital do corpo.

CHÁKRA DO PLEXO SOLAR - Situado no centro do peito, está intimamente ligado ao reservatório de sangue que alimenta o coração e ao aparelho respiratório.

CHÁKRA ESPLÊNICO - Situado à altura do baço, abastece o mesmo, que é o órgão purificador do sangue.

CHÁKRA UMBILICAL - Situado à altura do umbigo, pelo lado direito, vitaliza o esôfago, estômago, pâncreas, fígado, vesícula, intestinos, (todos os órgãos do aparelho digestivo). 
Muito ligado à parte simpática do SNA, é responsável pelas emoções, sendo através dele que o homem adquire uma sensibilidade apurada para perceber emanações hostis ou vibrações afetivas do ambiente.
Quando o feto está se desenvolvendo, ainda no útero materno, o cordão umbilical o liga ao meio exterior, sendo por ele que consegue perceber o que o rodeia, originando-se aí tal sensibilidade para perceber estas emanações afetivas ou hostis, explicando aquele "friozinho na barriga",  comum nos  momentos de ansiedade.

CHÁKRA BÁSICO - Situado na base da espinha dorsal, sobre a região sacra, capta a energia vitalizadora que mantêm nosso corpo. Atua sobre a coluna vertebral, sistema nervoso central e periférico, todo o aparelho urinário e o aparelho reprodutor.

CHÁKRA UMERAL - Situa-se nas costas, sobre a parte superior do pulmão esquerdo, à esquerda do plexo braquial, tendo profunda ligação com a musculatura do pescoço.

CHÁKRA DAS MÃOS - Situa-se sobre a palma das mãos, tendo estreita relação com o sistema nervoso periférico e aparelho circulatório.

CHÁKRA DOS PÉS - Situado na sola dos pés, é intimamente ligado com o equilíbrio elétrico do corpo, sendo responsável pela estabilidade emocional do organismo, fato que o destaca em tratamentos alternativos como acupuntura e do-in.


O uso de isolantes nos pés ( sapatos ), que impedem o contato da sola dos pés com a terra, evitando o "aterramento" do nosso corpo é sem dúvida alguma, outro fator de considerável expressão na ocorrência de muitos dos males que afligem o homem moderno.


Professor Orosco
Postar um comentário