sexta-feira, 1 de agosto de 2014

CROMOTERAPIA CIENTÍFICA - PARTE 06

TÉCNICAS DE DIAGNÓSTICO E APLICAÇÃO


Na medicina alopata que conhecemos as técnicas utilizadas para o diagnóstico das enfermidades estão extremamente avançadas e, em sua maioria conseguem uma relativa precisão na identificação dos males que afetam o nosso organismo.
Exames laboratoriais cada vez mais complexos, identificam uma infinidade de bactérias, fungos ou anomalias responsáveis por estas enfermidades.
É sem dúvida alguma, um grande avanço para a humanidade poder contar com tais conhecimentos e recursos e, torna-se obrigatório em qualquer literatura que mencione o fato, um elogio para estes dedicados cientistas e médicos que passam a vida dedicando-se à nobre tarefa de salvar vidas. A especialização destes homens requer uma dedicação ímpar na gama de atividades desempenhadas pelo homo-sapiens que, na grande maioria das vezes, extrapola a própria liberdade e os leva a viver mais em função dos outros que da própria vontade, da própria família, etc.
No entanto, esta mesma especialização, muitas vezes é responsável pela dificuldade em separar o joio do trigo.
Pensar de forma analítica, procurando os detalhes e os pormenores, muitas vezes complica o diagnóstico.
Nossa medicina convencional, quando estuda um paciente, normalmente se atém a identificar o mal maior e a tratá-lo como prioritário, em muitos casos, deixando os males menores para um tratamento posterior.
Realmente, a produção de resultados imediatos, inclusive pela falta cada vez maior de médicos e pela pouca ajuda que estes profissionais recebem da sociedade como um todo torna este caminho quase obrigatório. Esta forma de agir, normalmente não irá restabelecer a saúde do paciente por completo, obrigando-o a sucessivos retornos e a novos tratamentos. Todos sabem que o tratamento prolongado por corticoides, muitas vezes necessário, debilita o nosso sistema imunológico, tornando o organismo alvo de novas e graves infecções.
O uso sistemático do ácido acetilsalicílico (aspirina) para estados dolorosos, além de não tratar a causa do problema, pois só trata do efeito manifestado pelo paciente, acaba por causar sérios distúrbios no aparelho digestivo.
E dizer, de maneira geral, cada vez que introduzimos drogas no organismo, objetivando uma reação química qualquer, na verdade criamos uma bola de neve neste tão complicado sistema biológico chamado corpo humano.
A utilização destas drogas, muitas vezes obrigatória, só pode e só deve ser feita sob orientação médica, sendo este hábito (o da automedicação) um dos grandes causadores de novas e graves enfermidades no homem moderno.
A medicina oriental, diferenciando-se da nossa, procura além dos cuidados acima, estudar também o organismo como um todo.
As técnicas de diagnóstico levam de maneira geral, além dos cuidados normais, também os cuidados para manter a vitalidade do organismo, cuidando além da parte física, da parte energética com igual carinho.
As associações das características físicas encontradas no paciente aos reclamos apresentados por ele auxiliam em muito o médico na montagem do diagnóstico e na escolha do possível caminho de cura.
O médico é um homem como qualquer outro, possível de erros, cabendo muito mais ao paciente auxiliá-lo para o correto diagnóstico, como a parte realmente interessada, mantendo sempre um histórico de suas consultas anteriores, a relação de medicamentos que pode ou não tomar, etc., do que pelo sentido de adivinhação ou conhecimento que ele possa ter.
Ter lábios muito vermelhos, com uma coloração arroxeada nas linhas de contorno, normalmente indica problemas de gases, de fermentação e de acidez. 
Ter lábios brancos é sinal de debilidade.
Urina escura indica sinal de toxinas e venenos no organismo. 
Com sangue indica inflamação na bexiga, rins ou próstata. 
Branca indica fraqueza.
Excrementos brancos indicam distúrbios no fígado, estômago, rins. Escuros indicam toxinas e venenos ou ainda inflamação no intestino grosso. 
Preto indicam hemorragia interna.
A pele pálida, anemia. 
Vermelha, hipertensão. 
Amarela, hepatite.
Mãos frias e úmidas, problemas de fígado. 
Só úmidas problemas com o sistema nervoso.
Olhos vermelhos no canto do nariz indicam um coração forte. 
Vermelhos na superfície próximo das maçãs, coração frágil. 
As cores do globo ocular retratam o estado do fígado. 
As pupilas, os rins. 
O branco do olho os pulmões e as pálpebras o estômago.

Pelo exame das unhas podemos identificar:



Figura 1: 
Linhas longitudinais indicam deficiência no sistema de absorção digestivo 
Figura 2: 
Linhas transversais indicam alimentação errada ou 
             
doença crônica 
Figura 3:
Unhas convexas ( como bulbos ) indicam pulmão e 
             
coração delicados
Figura 4:
Unhas côncavas ( como colher ) indicam deficiência de 
             
ferro
Figura 5:
Indica infecção pulmonar crônica
Figura 6:
Manchas brancas nas unhas indicam deficiência de zinco
ou cálcio.

Unhas pálidas:  indicam anemia;
Unhas amarelas: fígado delicado ou icterícia Unhas azuis: pulmão e coração delicados Conforme figura 7:
Meia-lua da unha azul: distúrbio hepático Meia-lua da unha vermelha: problema cardíaco Meia-lua da unha branca: possível problema biliar.

 O exame da língua também auxilia muito no diagnóstico, já que uma língua sadia deverá ter cor vermelho vivo e claro. A mucosidade equilibrada entre seco e úmido, movimentação livre e indolor, sem edemas ou qualquer deformidade. Uma língua anormal pode ser:





a)                  Mucosidade branca, espessa, pegajosa e lisa, aparentando um branco opaco, como um mofo normalmente é sinal de estomago e intestino mais fracos e possibilidade de iniciar-se infecção nas vias respiratórias;

b)                 Mucosidade da língua amarela e seca significa febre intestinal, com aumento da temperatura interna e secura da água do corpo. Quanto mais grossa e amarela for a mucosidade, maior o estado febril interno. Podem aparecer sintomas comuns a estados febris como mãos quentes e pés frios, olhos injetados, vermelhos e amarelos.

c)                  Língua com mucosidade cinza indica evolução do estado anterior. Quando o cinza for seco é por causa do calor produzido pela evaporação da água do corpo. Este sinal também aparece por inflamação dos rins e pela debilidade das vísceras, principalmente quando o cinza escurecer e se tornar úmido e pegajoso.

d)                 Língua com pouca mucosidade e excessivamente vermelha indica sinal de febre com prisão de ventre indicando normalmente diabete;

e)                  Língua roxo-violeta azulada e inchada indica sinal de agravamento de doença cardíaca e de que o sangue não está sendo impulsionado como deveria, muitas vezes por aumento do coração. Este diagnóstico e ratificado pelo aumento e coloração vermelho-arroxeada da ponta do nariz.

f)                  Se a cor da língua for mais clara do que o normal, e seu volume começar a aumentar, significa problemas no baço, fígado e rins. A medula está produzindo pouco sangue, o que gera uma anemia ou infecção dos rins.

O peso ideal de uma pessoa é definido por sua massa muscular, obtida pela equação:             
IMC = Peso / (Altura)2
O valor obtido deve ser comparado à tabela de referencia  abaixo:



Para uma pessoa adulta e normal, uma forma simplista ( relativa  margem de erro )  de conferir se está próximo a seu peso ideal, é simplesmente verificar sua altura e retirar um metro. O resultado indica seu peso ideal. Por exemplo: Um homem de 50 anos com 1,77 metros, deve ter peso de 77 quilos e uma mulher adulta com 30 anos e 1,60 metros de altura não estará gorda se pesar 60 quilos.

Ainda tomando-se a altura como referencia primária, podemos definir a pressão arterial de uma pessoa, simplesmente dividindo-se a altura por dois. O resultado indica a pressão diastólica ( menor valor ) e este número acrescido de 50% indica a pressão sistólica ( maior valor ).
Por exemplo: Um homem com 1,77 metros de altura  terá pressão arterial normal se encontrar um valor de:

175 / 2 = 88,5 x 1,5 = 132 ou como dizemos popularmente 13 x 9.

Nota: Para estes cálculos, admite-se como normal uma variação de até 20% somente para menos, mantendo-se contudo a relação de 50% maior para a pressão sistólica quando comparada à diastólica.

Como podemos ver, o conhecimento das relações entre causa e efeito das doenças no organismo, não é tão simples, devendo portanto ser analisada somente por pessoal habilitado, existindo inclusive na maioria dos países uma legislação que proíbe a medicina ilegal, muito mais para proteger os pacientes do que para privilegiar uma casta de médicos.
A cromoterapia, considerada uma medicina alternativa, não reconhecida pela medicina alopata, muito mais por desconhecimento do que pela sua eficácia, trabalha com a reabilitação do organismo através de estímulos eletromagnéticos no corpo bioplasmático, não prescrevendo nenhum tipo de droga, e de certa forma, inclusive condenando o uso.
O diagnóstico das enfermidades segue rigorosamente os mesmos princípios da medicina alopata. A grande diferença é que sob nossa ótica, uma doença manifesta é um sintoma muito mais que uma causa.
Assim, considerando que tratar o corpo como um todo é a melhor forma de eliminar a enfermidade e evitar que outras, interligadas pelas mesmas causas venham a manifestar-se, o diagnóstico e o caminho a ser seguido para obter a cura.
A aplicação dos feixes de luz sobre os chákras e órgãos diretamente é uma tarefa bem simples, não requerendo aparelhagem muito especial. Basicamente uma lâmpada colorida, fixada em um suporte, com um fio longo e solto para possibilitar o movimento da luz.
Dada a dificuldade de encontrarem-se todas as lâmpadas coloridas que se necessita para um tratamento, pode-se utilizar uma lâmpada branca e filtros coloridos ( placas de vidro ou plástico ).
Neste caso, recomenda-se utilizar uma lâmpada com cobertura branco leitoso, em que o filamento não é tão visível.
A potencia da lâmpada pode ser de 15, 40 ou 60 watts.
Esta potencia terá importância segundo o objetivo a ser alcançado, e dizer, se buscamos órgãos internos, a lâmpada de 40 watts será mais indicada que a de 15 watts, ao passo que se buscamos apenas o caminho dos chákras, a de 15 watts é mais que suficiente.
A bem da verdade, até uma pequena fonte luminosa, como um farolete, por exemplo, gera energia suficiente para o trabalho cromoterápico. A distância da fonte luminosa até a porta do chákra, em média deve variar entre 10 e 30 cm, podendo ser reduzida no caso de desejar-se uma concentração mais forte.
A luz, dirigida diretamente ao chákra especificado será absorvida por ele e encaminhada ao ponto especificado da medula espinhal e daí ao órgão a ser estimulado.
A absorção da luz se fará de maneira mais eficiente se for dado um sentido rotatório, anti-horário, sobre o chákra, que tem a mesma rotação. Outro ponto que achamos importante salientar é a aplicação efetuada diretamente sobre a corrente sanguínea, muito utilizada nos tratamentos cromoterápicos.
O sangue chega ao coração pelas veias aos átrios e sai dos ventrículos através das artérias. O sangue com toxinas através da veia cava chega à aurícula direita. Do átrio direito, o sangue passa ao ventrículo direito e deste vai aos pulmões pelas artérias pulmonares. Lá há uma troca de gás carbônico por oxigênio. O sangue oxigenado alcança as veias pulmonares, chegando à aurícula esquerda e dai ao ventrículo esquerdo, ganhando a circulação sistêmica pela artéria aorta.
Isso implica que ambas as cavidades direitas do coração possuem sangue venoso, enquanto o lado esquerdo possui sangue oxigenado para devolver ao corpo. 
Com base neste movimento do sangue, descrevendo um movimento da esquerda para a direita, é que se realiza a aplicação da luz.
Esta aplicação, para melhor distribuição das energias pode ser realizada sobre a corrente sanguínea, dividida em 4 estágios, a saber:
Circulação Geral - Todas as artérias e veias do corpo.
Corrente Sanguínea Frontal - Abrangendo toda a parte da frente do corpo.
Corrente Sanguínea Superior - Reunindo o coração, pescoço, cabeça, braços e os pulmões.
Corrente Sanguínea Inferior - Saindo da aorta abdominal para cobrir os rins e membros inferiores.

Na corrente sanguínea frontal, a aplicação cromoterápica deve ser feita da seguinte maneira:

1-                 Ativa-se o coração e toda sua vascularização, da esquerda para a direita, passando-se a luz do centro do pescoço até o final do coração, descendo e voltando ao centro do pescoço, num único movimento circular.
2-                 Sem interromper o movimento, subir o feixe de luz pela artéria carótida esquerda até o lóbulo da orelha, descendo pela veia jugular até o coração, repetindo-se a seguir pelo lado direito, voltando ao coração. 3- Ainda sem parar o movimento, seguir o seguinte percurso:
Coração, crosta da aorta, subclávia , antebraço, braço até a mão esquerda, voltando ao coração pelo trajeto inverso e dele  para o mesmo trajeto do lado direito, sempre voltando ao coração.
4-                 Descer pela aorta torácica até a aorta abdominal ( altura do umbigo ), seguindo para o fígado através da artéria hepática e depois para o baço pela artéria esplênica, voltando-se ao umbigo.
5-                 Descer a luz pela aorta abdominal até a bifurcação da artéria ilíaca (lado esquerdo), descendo pela virilha e artéria femoral até o pé, voltandose pela veia safena e femoral até a bifurcação da artéria ilíaca e fazendo a seguir a outra perna.
6-                 Volta-se pelo trajeto inverso, terminando-se no coração, passando-se pelas veias hepática cobrindo o fígado e esplênica, cobrindo o baço.
Na corrente sanguínea superior, repetir os movimentos 1, 2 e 3, acrescendo-se um circulo horizontal, partindo do coração pelo lado esquerdo, passando sobre o pulmão esquerdo, sobre o pulmão direito, retornando ao coração pelo lado direito.
Faça-se o aparte para frisar que os lados aqui descritos são os do paciente e não os do aplicador.
Na corrente sanguínea inferior, o procedimento é similar, partindo-se da aorta umbilical, descrevendo-se um circulo horizontal sobre os rim esquerdo, costas, rim direito, retornando à aorta umbilical e a seguir procedendo como descrito no item 4 da corrente sanguínea frontal, terminando na aorta abdominal.
A circulação geral, nada mais é que a somatória das três anteriormente descritas.

Nas páginas seguintes, onde exemplificamos uma série de aplicações cromoterápicas, o leitor encontrará uma simbologia que desejamos explicar com antecedência, visando um melhor entendimento do caminho percorrido no tratamento, com as quais se deve familiarizar.

Desta forma, quando o termo obturação for mencionado, estaremos nos referindo à limpeza da aura, que é realizada da seguinte maneira:

1-                 Com a luz circundado o corpo do paciente, começando pelo pé esquerdo, circundar o corpo, subindo pela lateral até a cabeça.
2-                 Sobre a cabeça, descrever um círculo vertical completo, acompanhando o sentido de chegada da luz, saindo dele pelo lado direito e descendo pela outra lateral do corpo até os pés.
3-                 Sem interromper o movimento, voltar pelo sentido inverso, fazendo sobre a cabeça um círculo também inverso, descendo para o outro pé.
4-                 O tempo da obturação começa a ser contado a partir do início do processo, no pé esquerdo e é ele quem determinará quantas vezes este processo deve ser repetido, para que a obturação esteja completa.

Quando o termo SNP ( Sistema Nervoso Periférico ) for utilizado, salvo casos onde faremos a descrição, a aplicação deverá ser feita sobre a coluna vertebral, iniciando-se pelas vértebras cervicais, na base do encéfalo e descendo em uma linha reta até o cóccix, na base da espinha ou chákra básico, em linha reta.
Neste ponto a luz deve ser retirada do corpo, iniciando-se novamente a descida pela região cervical, de maneira que o feixe luminoso só passe sobre a coluna de cima para baixo.
Quando o termo SNC ( Sistema Nervoso Central ) for utilizado, o procedimento é similar, só que no sentido inverso, e dizer:
Começando pelo chákra básico, subir até a base do encéfalo pela coluna, em linha reta, saindo a seguir do corpo e reiniciando pelo chákra básico.  

Professor Orosco
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