quarta-feira, 2 de setembro de 2015

O FUTEBOL E A CARESTIA


Lendo o livro de Antonio Suárez Abreu, sobre a Arte de Argumentar, detive-me no exemplo de Neném Prancha, um técnico carioca de futebol de várzea, que argumentava, para convencer seus jovens jogadores de que a bola deveria ser jogada, primeiramente em jogo rasteiro (domínio de bola e de campo) antes dos efeitos inúteis de tentar levantá-la por levantá-la, valendo-se do raciocínio de que a bola era feita de couro. Couro que era retirado da vaca. Uma vaca que gostava de grama, pelo que a bola deveria ser jogada junto à grama.
Cheguei à conclusão de que esta sabedoria popular bem que poderia ser utilizada pelo governo, particularmente pelo pessoal da área econômica, que precisa aprender que é inútil tentar cobrar mais impostos daqueles que, desempregados já não podem comprar o pão que necessitam para viver.

Professor Orosco
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